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O enfermeiro intensivista frente ao mercado de trabalho

O enfermeiro intensivista é a linha que trabalha com os pacientes mais críticos, daí o nome, intensivistas, pois lidam com terapia intensiva com os pacientes em UTI. Sendo necessário ser muito intenso não só no tratamento, mas também em sua conduta profissional.

Ele está na frente junto ao paciente, mas também atua na gestão de equipes multidisciplinares em saúde, ou seja, esse é um profissional completo para se ter na equipe seja do hospital ou nas UPAs.

Mas como será que está o mercado de trabalho para os enfermeiros com essa especialização? Continue lendo esse texto e descubra se esse pode ser o próximo passo da sua carreira.

A importância do enfermeiro intensivista e o mercado de trabalho

Primeiro de tudo, esse profissional tem responsabilidade técnica por toda a equipe dentro da unidade, sendo responsável também pelo cuidado de pacientes em estado crítico e de alta complexidade. Esse não é um trabalho simples e muito menos fácil, lida-se com pacientes extremamente debilitados, sendo necessário um constante estado de alerta.

O enfermeiro intensivista administra diversas ações no cuidado com o paciente: banho, troca de curativos, administração de medicamentos e monitoramento da hemodinâmica do indivíduo.

Quando envolvidos com cargos de gestão, esse profissional tem a oportunidade de procurar o que há de mais novo em inovação tecnológica para trazer para o tratamento de seus pacientes. Mas para os profissionais que tem como foco a gestão, além da especialização em intensivista, também deve ter especialização em gestão em saúde.

Dentre as competências desse profissional estão o conhecimento técnico e científico, liderança, capacidade de trabalhar em equipe, ter uma visão holística do cuidado, conseguir tomar decisões, ser comunicativo, ter inciativa, comprometimento, habilidades refinadas em enfermagem clínica, ética, dedicação, enfim, tudo aquilo que um profissional de qualidade deve possuir para desempenhar as suas funções.

Tudo isso é necessário para que se preste um suporte avançado de vida a todos os pacientes dentro da UTI. E é esse tipo de atividade que transforma e lapida o profissional intensivista.

Normalmente, a vivência desse profissional dentro desses ambientes é altamente valorizada pelos pares, sendo constantemente convocados para ministrarem palestra em instituições e universidades. Logo, esses especialistas também tem um pé na docência, afinal, o seu conhecimento é aquele mais valorizado, o prático, quando a teoria é testada e seus limites descobertos.

Todas essas atribuições não são à toa, o enfermeiro intensivista tem uma remuneração diferenciada, podendo facilmente chegar a 20% a mais que os demais enfermeiros. Ou seja, o acúmulo de responsabilidades junto da busca pela especialização nunca é uma má ideia quando o assunto é mercado de trabalho.

Todos os dias novas tecnologias que auxiliam na assistência a saúde são lançadas e cabem aos melhores profissionais se manterem sempre atualizados. Sejam através de cursos ou da presença em eventos que sempre trazem as novidades do cuidado com a saúde.

Lembrando sempre que a educação nunca deve dissociar ensino, pesquisa e extensão. Esses são os três pilares da formação do conhecimento.

Muito falamos sobre a importância do enfermeiro intensivista e da valorização desse profissional no mercado de trabalho – e também no meio acadêmico – mas você pode se perguntar “quais são exatamente as atribuições desse profissional?”. Não precisa se perguntar mais, vamos adentrar nesse assunto agora.

As atribuições do enfermeiro intensivista

Dentre as diversas tarefas do enfermeiro intensivista está obter a história do paciente, realizar os exames físicos necessários para o acompanhamento do quadro clínico, executar o tratamento prescrito pelo médico, empoderar o paciente a respeito do próprio tratamento e cuidar do paciente de forma integrada e contínua dentro da UTI.

As atividades específicas são intermináveis, sendo assim, separamos algumas das mais importantes:

  • Realizar o programa de escalas;
  • Normatizar as normas e a rotina da UTI;
  • Integrar a UTI aos demais serviços da instituição;
  • Manter todos os profissionais da equipe sempre informados;
  • Zelar pelo comportamento ético de seus cumplices;
  • Providenciar os exames solicitados para o paciente;
  • Realizar relatório de ocorrências;
  • Participar do processo de admissão de pacientes;
  • Prestação do cuidado humanizado;
  • Compreender a respeito do funcionamento e adequação de aparelhos de suporte a vida; dentre muitas outras funções.

Claro, para que todas essas funções, burocráticas e de prestação de serviço funcionem de forma efetiva, elas não podem estar centralizadas na mão de um único profissional, mas dividida de forma hierárquica sobre todos os enfermeiros que fazem parte da prestação do cuidado à saúde na UTI.

Vale sempre lembrar que o profissional que para no tempo e não procura atualização constante, termina por se tornar obsoleto. Nesse sentido, caso você almeje trabalhar na UTI, um curso de enfermagem intensiva pode ser a sua porta de entrada.

Todos os dias novos conhecimentos são publicados, novas técnicas são desenvolvidas e novas tecnologias chegam ao público. Como profissionais da saúde, estar sempre atento a toda essa mudança é a chave para estar sempre atualizado. Seja por cursos específicos, pela constante leitura da literatura médica ou mesmo ao ir a eventos de divulgação de conhecimento.

É justamente pensando nisso que nós da Nobre Educação, disponibilizamos os melhores profissionais para preparar você para o disputado mercado de trabalho. Tá esperando o que para se atualizar? Entre em nosso site e conheça mais sobre o curso de extensão Enfermeiro Intensivista e tenha um currículo invejável.

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